Assista ao video escova progressiva marroquina! a original e unica!saimos  em todas  as ediçoes  das revistas cabelos  e cia desde outubro Só R$ 250,00 A vista

Assista ao Video MP4 1GB Tela Widescreen 1.8 Falante Externo - 3ª Geração Nome e qualidade do vídeo aparecem no visor.R$ 64,90 A vista

Assista ao video Webcam 5.2 Mp Mega Pixel 5000k + Leds + Microfone web cam Nota FiscalR$ 46,90 A vista

notebook-duo-core-001
 
camera-digital-foto-001
 
ipod-drive-mp3-mp4-mp5-001
 
play-station-2-videogame-001
  celular-3g-gsm-oi-001   pendrive-hd-externo-001   placa-de-video-aceleradora-agp-pci   hd-externo-usb-520-gb-drive   computador-duol-core-intel-amd-durom-001
Acesse um dos nossos sites encontre o que você precisa
..:: Viagem Hotel - Tudo para sua viagem
..:: Concurso - Estágios e Concursos Públicos
..:: Emprego - ofertas de emprego e currículos
..:: Beleza - Cirurgia plastica e Beleza Medicina Estética
..:: Celular - Celular GSM download de Ringtones e mp3
..:: Livro - Apostila concurso video aula concurso
..:: Perfume - Faça você mesmo seu perfume
..:: Blog - Blogs gratis seus pensamentos na web
..:: Tudo - Busque Tudo que você precisa na internet
..:: Rede DNS - produtos de informatica

 

..:: SHOP Viagem Hotel - Tudo para sua viagem
..:: SHOP Concurso - Estágios e Concursos Públicos
..:: SHOP Emprego - ofertas de emprego e currículos
..:: SHOP Beleza - Cirurgia plastica e Beleza Medicina Estética
..:: SHOP Celular - Celular GSM download de Ringtones e mp3
..:: SHOP Livro - Apostila concurso video aula concurso
..:: SHOP Perfume - Faça você mesmo seu perfume
..:: SHOP Blog - Blogs gratis seus pensamentos na web
..:: SHOP Tudo - Busque Tudo que você precisa na internet
..:: SHOP Rede DNS - produtos de informatica

 

Cinema

George Lucas reflete sobre a jornada e olha a vida além de ‘Star Wars’

Esta não é a forma como o celebrado diretor geralmente é visto por muitos na imprensa -próximo de impenetrável, como se estivesse vestindo a máscara de Darth Vader. Mas hoje, vestindo seu suéter familiar e camisa branca tradicional, ele disse estar aliviado por ter “cruzado a linha de chegada” com “Star Wars: Episódio III -A Vingança dos Sith”, o capítulo final da trilogia “prequel’ (que se passa antes), que estréia na quinta-feira.

“Quando você faz algo por 10 anos”, disse o diretor, que fez 61 anos no sábado, “você espera ainda estar vivo para terminá-lo e que o mundo não acabe”.

Para Lucas (e sem dúvida milhões de fãs), esta é uma conclusão após uma odisséia de mais de 30 anos e um história envolvendo seis filmes.

“Star Wars” (Guerra nas Estrelas) foi algo que ele iniciou em 1971, quando começou a escrever idéias para um filme ao estilo “Buck Rogers” -e o universo continuou expandindo. Quando o primeiro filme (agora chamado de “Uma Nova Esperança”) foi lançado em 1977, nem Lucas e nem o estúdio esperavam que seria um sucesso. Mas os primeiros cinco filmes fizeram quase US$ 3,5 bilhões em bilheteria e US$ 9 bilhões em merchandising, e Lucas -olhando para trás- foi esperto o suficiente em manter os direitos desde o início.

Mas o cineasta nunca esperou que “Star Wars” fosse consumir sua vida, e após os três primeiros filmes terem sido concluídos em 1983, com “O Retorno de Jedi”, ele deu as costas para a saga. Em vez disso, ele se concentrou em criar seus três filhos adotados e se voltou para outros projetos, como os filmes da série “Indiana Jones”.

Ainda assim algo continuava a cutucá-lo. Assim, quando ele achou que seus “filhos já estavam crescidos o bastante” e que ele “dispunha da tecnologia para fazê-la”, Lucas decidiu voltar para o início da história -a ascensão e queda de Darth Vader (pense em uma tragédia grega). Ele também tinha 50 anos na época e sabia que “iniciar o projeto quando tivesse 75 anos estava fora de cogitação”.

Agora que “o quebra-cabeça está completo”, Lucas está satisfeito. “Com sorte as pessoas a verão como uma saga em seis partes e não como um punhado de filmes individuais.”

O diretor nem sempre foi tão sereno sobre comandar o império “Star Wars”. Nos anos 80, segundo “Easy Riders, Raging Bulls” de Peter Biskind, Lucas sentia que “Star Wars” tinha desviado sua carreira como “O Poderoso Chefão” fez com seu mentor, Francis Ford Coppola, e até mesmo tinha prometido nunca mais voltar à franquia. Lucas até mesmo foi acusado de arruinar o cinema americano, uma acusação que ele rejeita.

Na escola de cinema da Universidade do Sul da Califórnia, nos anos 60, Lucas esperava se tornar um cineasta independente, criando filmes de arte, e seu primeiro trabalho, “THX 1138″ de 1971, demonstrava isso. Muitos consideraram o filme interessante mas frio. Encorajado por Coppola a fazer algo mais caloroso, Lucas fez “Loucuras de Verão” (American Graffiti), que por sua vez lhe deu a chance de fazer “Star Wars”.

Seu sucesso sem precedente o transformou em um objeto de constante exame pela mídia e pelos fãs. Enquanto trabalhava em “O Retorno de Jedi”, ele começou a construir o Rancho Skywalker em uma área isolada de Marin County, um local que o protegeu dos holofotes de Hollywood.

Mas em algum ponto ao longo do caminho -em algum momento enquanto criava seus filhos- Lucas se reconciliou com a franquia, talvez porque sempre tenha amado os personagens.

Matt Stover, que escreveu a novelização de “Sith”, disse que quando conversou com o cineasta sobre o projeto, era “quase como se estivesse conversando com outro fã, porque não havia fingimento, artifício. O entusiasmo dele com tudo isto era muito palpável”.

Mas mesmo após voltar para fazer a trilogia prequel, que começou com “Episódio I -A Ameaça Fantasma” em 1999, Lucas nem sempre esteve em terreno firme. Em parte porque, como ele reconhece, “diálogo não é a minha área. Eu sou bom com a trama”. Mas ele sentiu que ninguém mais poderia contar a história a não ser ele.

Ainda assim, ele concluiu o primeiro rascunho do roteiro de “Episódio II -Ataque dos Clones” apenas uma semana antes do início das filmagens, e então contratou um roteirista para ajustá-lo porque “decidi que era melhor voltar a ser diretor, e precisava de alguém com quem gritar”.

Mas em “Sith”, Hayden Christensen, que interpreta Anakin Skywalker, viu um Lucas diferente do homem que dirigiu “Clones”.

“Ele claramente estava mais empolgado com a história que estava contando. Você podia dizer pela forma como ele chegava ao set todo dia, com uma paixão para fazer a cena direito. Eu acho que talvez havia uma tranqüilidade ou confiança que ele não tinha no último filme, porque ele estava confiante na história, como todos nós estávamos.”

Ao dar início aos prequels, Lucas sabia que as coisas seriam diferentes nestes filmes “Star Wars”. “Eu aceitei o fato de que eu não era mais uma criança.” E apesar de que “queria estilisticamente a mesma coisa” -uma seriado de matinê de sábado e um estilo de ação de um filme dos anos 40- ele sabia que os filmes seriam mais sombrios.

“Não era um arco de história tradicional. Não era uma trama. Era um estudo de personagem. Esta parte é diferente. Eu sabia que isto seria uma visão mais madura da mesma idéia.”

Apesar da “Ameaça Fantasma” (US$ 925,5 milhões) e “Clones” (US$ 648,3 milhões) terem atraído os fãs, ambos deixaram uma sensação de algo inacabado. O desfecho viria em “Sith”.

Lucas disse que queria terminar a saga porque sentiu que muitas pessoas não entenderam que os filmes “Star Wars” eram na verdade a história de Anakin Skywalker/Darth Vader.

Rick McCallum, o produtor de “Sith”, acredita que o filme - feito por US$ 113 milhões - “agradará ao público”, incluindo os mais jovens que vibraram com Anakin em “I” e “II” e que querem ver como ele se tornará o maligno Vader.

Um tom mais sombrio levou a uma classificação PG-13 para “Sith” (o que significa que menores de 13 anos só podem entrar acompanhados de pai ou responsável), o primeiro filme da série a não receber uma classificação PG (que apenas sugere o acompanhamento de pai ou responsável, pois pode haver conteúdo inadequado para crianças). Lucas disse que não pôde evitar por causa da história que queria contar.

Ele disse que “Star Wars” sobreviveu porque é “baseada em motivos mitológicos que estão presentes há milhares de anos”. Isto reflete o interesse de Lucas no trabalho clássico de Joseph Campbell sobre os mitos, “O Herói de Mil Faces”. Lucas disse ter relido o livro após o início de “Star Wars” e considerava o falecido Campbell, cuja obra ele ajudou a popularizar, algo como um mentor.

Atualmente, o diretor defende o trabalho de Daniel Goleman, cujo livro de 1995, “Inteligência Emocional”, ajudou a dar forma à missão da Fundação Educacional George Lucas. Em uma declaração no site da fundação (edutopia.org), o cineasta diz que a organização foi criada porque “o ensino público é a base de nossa democracia” e porque se perguntava “por que a escola não pode ser empolgante o tempo todo”. Para isto, a fundação produz filmes, livros, uma revista, um boletim eletrônico, CD-ROMs e DVDs para escolas. A inteligência emocional, segundo Coleman, é a idéia de que habilidades como autocontrole, convivência, perseverança e automotivação são mais importantes do que o QI para o sucesso ao longo da vida. Lucas colocou desta forma: “No meu trabalho de direção, nós precisamos de indivíduos talentosos com perícia técnica, mas as habilidades deles de comunicação e trabalho em grupo são igualmente valiosas”.

Falando com ele sobre a história de “Star Wars” você verá por que Lucas está interessado no trabalho de Goleman.

“Emocionalmente, nós não mudamos muito nos últimos 3 mil anos. Eu acho que sentimentos enraizados sobre muitas coisas e a necessidade de saber como as coisas funcionam em termos de uma família, em termos de nosso lugar na sociedade (…) são exatamente os mesmos. Este é o motivo por que as pessoas se relacionam com isto. Eu venho dizendo isto desde o início, quando as pessoas diziam (que ‘Star Wars’) se tratava de espaçonaves (…). Você podia fazer o filme com bigas e contar a mesma história.”

Apesar da Lucasfilm continuar produzindo “Guerras Clônicas”, uma série em desenho animado derivado da franquia, e planejar eventualmente produzir uma série filmada que transcorrerá entre os episódios “III” e “IV”, Lucas disse que está “aguardando ansiosamente para fazer outras coisas na minha vida”.

Isto inclui aqueles filmes de arte não lineares que pretendia fazer após a faculdade. Quando pressionado sobre como seriam, ele mencionou apenas “Powaqqatsi: Uma Vida em Transformação” um documentário visualmente estonteante de Godfrey Reggio, que Lucas produziu em 1988. Mas fora isto, o cineasta apenas sorriu e disse: “Eu não sei. Eu não tenho nada ainda”.

“Eu nunca teria acreditado que estaria onde estou agora -nem em um milhão de anos, e abordei isto de forma completamente errada”, disse Lucas, que será homenageado no Festival de Cannes, onde “Sith” fará sua estréia mundial e ele receberá um troféu pelo conjunto de sua obra.

“Eu estava seguindo na direção oposta. De alguma forma acabei aqui. É assim que é a vida. Você segue para o norte e acaba no sul.”

Em algum ponto ao longo do caminho, Lucas - seja o cineasta de arte ou o mago da cultura pop - parece ter abraçado seu destino, independente da direção em que estava seguindo.

Cinema | Comentario | 22.08.2007 19:26

88 88

 

“Batman: Cavaleiro das Trevas”. Novo filme do herói estréia em julho de 2008

O primeiro trailer do filme “Batman: Cavaleiro das Trevas” (veja abaixo) foi divulgado nesta sexta-feira (27) durante a San Diego Comic-Con, maior convenção de quadrinhos e cultura pop dos EUA.

O vídeo que, não mostra nenhuma imagem do filme propriamente dito, tem apenas dois diálogos que tratam de apresentar um pouco do clima em que o vilão Coringa (interpretado por Heath Ledger) deve aparecer.

Na primeira parte do trailer, ouve-se a voz de Bruce Wayne, o Batman (novamente vivido por Christian Bale), conversando com seu fiel mordomo Alfred (Michael Caine) sobre as dificuldades que o herói tem encontrado ao enfrentar a máfia de Gotham e o surgimento de um homem que só está interessado no caos. Em seguida é a vez da voz do próprio Coringa, com seu jeito maluco e sinistro, prometendo matar pessoas se suas exigências não forem atendidas e garante ser um “homem de palavra”.

“Batman - O Cavaleiro das Trevas” é seqüência de “Batman Begins” (filme de 2005) e é novamente dirigido por Christopher Nolan, com Crhistian Bale no papel do herói.

A nova aventura em Gothan é inspirada na série de HQs “Cavaleiro das Trevas”, do quadrinista Frank Miller, mesmo autor de “Os 300 de Esparta” e “Sin City”.

Além de Bale, o elenco tem Heath Ledger (o Coringa), Aaron Eckhart (Duas Caras), Maggie Gyllenhaal como Rachel Dawes, Morgan Freeman e Gary Oldman. A produção está em processo de filmagem, e deve chegar aos cinemas só mesmo em meados de 2008.

Tecnologia, Cinema | Comentario | 21.08.2007 15:12

88 88

 

Empresa de Tom Cruise ganha US$ 500 mi para financiar filmes

A United Artists, empresa de cinema dirigida pelo ator Tom Cruise e a executiva-chefe Paula Wagner, anunciou na quinta-feira ter obtido US$ 500 milhões por meio da Merrill Lynch para financiar entre 15 e 18 filmes nos próximos cinco anos.

Wagner descreveu o financiamento como “fato fundamental” para a United Artists, que no ano passado foi reformada por Cruise, Wagner e o estúdio parceiro deles, Metro Goldwyn-Mayer Inc.

“Isso nos deixa em posição ótima para realizar nossa visão de fazer filmes que sejam ao mesmo tempo importantes e comerciais”, disse Wagner em comunicado.

Não foram revelados detalhes financeiros do acordo.

Cruise, um dos atores de Hollywood que mais atrai bilheterias, já estrelou filmes de grande sucesso comercial como Missão Impossível e outros que disputaram o Oscar, como Jerry Maguire - A Grande Virada.

Mas no ano passado a Paramount Pictures, o estúdio com o qual ele trabalhou por anos, cortou relações com Cruise e Wagner após o lançamento de Missão: Impossível III, que foi sucesso internacional que rendeu US$ 264 milhões fora dos EUA, mas sucesso apenas modesto nos EUA e Canadá, onde vendeu US$ 134 mi em ingressos.

Cruise e Wagner foram para a Metro-Goldwyn-Mayer, formando uma parceria com o estúdio responsável pelos filmes de James Bond para reativar a United Artists.

A United Artists disse que prevê lançar entre quatro e seis filmes por ano. O primeiro previsto é o drama Lions for Lambs, dirigido por Robert Redford e com lançamento previsto para novembro. O thriller sobre a 2ª Guerra Mundial Valkyrie chegará aos cinemas no verão americano de 2008.

Cinema | Comentario | 19.08.2007 21:13

88 88

 

3D a era do gelo cinema

Qual é a cena que mais levou tempo de render e que possuía modelagem mais complexa?
  Por incrível que pareça, o quadro (frame) mais demorado foi de uma cena bem simples, com apenas um personagem e um arbusto! Levou 420 horas por causa do “motion blur” do arbusto. Tivemos muitas destas surpresas, em que cenas simples levaram mais tempo do que cenas complexas, com efeitos especiais e muitos personagens. Mas a nossa média de render foi de 15 horas por quadro, e no total foram 136.648 quadros. No geral, os modelos tiveram um design bem simples e gráfi co, mas os elementos mais complexos foram as árvores e arbustos, devida a complexidade e quantidade das folhas.

Você dirigiu o filme somente ou também “atuou” na modelagem e animação?
  Dirigi somente. Meu tempo já era super apertado e não deu para botar “a mão na massa”, mas como diretor participei de todas as etapas e acompanhei todo o processo de perto.

Como foi a experiência de dirigir? Foi melhor ou pior do que trabalhar na produção dos personagens?
  Sempre gostei de dirigir, pois tenho a oportunidade de participar de todas as etapas do processo, e também liberdade criativa de explorar novas idéias junto com os artistas. Isto é muito gratifi cante para mim.

Qual é o próximo projeto? Irá dirigir também?
  Ainda não tive tempo de pensar no próximo projeto, mas com certeza vai ser de direção.

Usou algum software em 3D, ainda nos tempos de Brasil?

  Não tive a oportunidade de fazer CG no Brasil, mas quando cheguei aqui nos EUA o meu primeiro software de animação foi o Digital Arts.

Quantas máquinas e qual a configuração básica de cada uma delas?
  Eram PC’s, não me lembro das confi gurações, mas acho que eram 486.

PERGUNTAS DE ALCEU BAPTISTÃO

Quantos animadores trabalharam pra fazer tudo em apenas oito meses?
  Tivemos uma equipe de 60 animadores. Foi o maior número que tivemos para um só projeto.

Quanto tempo de finalização?
  O processo de finalização demorou uns 4 meses.

A água é Real Flow, Maya ou proprietário?

  Um pouco de cada. Conseguimos misturar várias técnicas para chegar ao resultado final, mas o render é nosso, e é ele quem dá o visual único de nossa água no filme.

Foi você quem criou/concebeu as seqüências desde o Scratch? Se sim, onde consegue essa inspiração?
  Nosso trabalho de criação é de equipe e tem muita influência de todos, mas sou o líder criativo e muitas das idéias partem de mim, mas todos colaboram. Este é o elemento principal de uma boa produção, pois todos têm uma boa idéia para dar, mas a palavra final é minha. A inspiração vem de situações do meu cotidiano e de minhas experiências. Gosto também de observar pessoas, para pegar inspiração de atuação e movimento. Estou sempre ligado para uma novidade ou boa historia.

O novo Fur foi desenvolvido na Blue Sky Studios ou baseado em algum pré-existente?
  Já tínhamos uma idéia do método, mas não conseguimos implementálo a tempo para o nosso primeiro    filme “A Era do Gelo”, mas para o segundo, melhoramos o software e conseguimos um resultado excelente, tudo desenvolvido internamente pela nossa equipe de pesquisa e desenvolvimento.
 

Cinema | Comentario | 12.08.2007 16:16

88 88

 

ASTERIX E VIKINGS

Dia 12 de abril estréia nos cinemas europeus Asterix e os Vikings, a maior aposta que a França já realizou em filmes de animação. O orçamento, em torno de 25 milhões de dólares, é o mais caro já desembolsado pelos europeus para filmes do gênero. E o Brasil não ficou fora dessa. “Pela primeira vez, um estúdio brasileiro participa de uma superprodução estrangeira com este orçamento e estrutura”, diz Marcelo de Moura, diretor de animação da Lightstar Studios, onde cerca de 40 animadores brasileiros trabalharam quase 12 horas por dia durante seis meses no projeto. Com experiência de mais de 10 anos em estúdios como Disney, Warner Bros, Dreamworks Animation e Blue Sky Studios, ele conta como foi o desafio de levar para as telas a famosa dupla dos quadrinhos, Asterix e Obelix.

Como começou o projeto do filme?
  O projeto começou (a parte de idéia, de escolher a história) em 2002.
Em 2003, começou a produção e o roteiro foi no primeiro semestre desse ano. No segundo semestre, foi a vez da produção dos storyboards e da préprodução do filme, com a parte de direção de arte e as dublagens. Mas só no primeiro semestre de 2004 começou a produção mesmo, com a parte de layout. A direção do fi lme ficou com os animadores dinamarqueses (do estúdio A.Film) Stefan Fjeldmark e Jesper Moller, que também escreveram o roteiro, em parceria com o belga Jean-Luc Goossens. Eu já conhecia eles do estúdio do Don Bluth, na Irlanda. Por uma diferença de três meses não chegamos a trabalhar juntos lá, mas com esse link em comum tínhamos profissionais conhecidos e experiências parecidas. Eles conheciam meu trabalho e eu o deles.

E quando a Lightstar entrou no projeto?
  Começamos a conversar com eles em junho de 2003. No fi nal desse ano a gente estava cotado para fazer todos os cenários do filme, que são em 2D com alguns detalhes de 3D. Só que com os incentivos de lei que eles estavam conseguindo lá na Europa, não dava para nós sermos pagos. A Lightstar teria de estar na Europa para ter participado dessa parte do projeto. Essa foi a primeira vez que acabou não dando certo trabalharmos com a A.Film. No primeiro semestre de 2004, surgiu outra oportunidade e acabamos caindo no mesmo problema de não poder receber o dinheiro de produção por estar no Brasil. E eles já estavam bem ansiosos de poder trabalhar com a gente. Até que chegou outra possibilidade, quando eles aceleraram a toda velocidade as animações e os clean-ups do filme e nós pudemos acertar todas essas questões burocráticas e trabalhar juntos. Isso foi em dezembro de 2004.

Qual a maior dificuldade que a Lightstar Studio encontrou para participar desse projeto?  A burocracia na negociação ou encontrar mão-deobra especializada no Brasil?
O mais difícil foi enfrentar essa organização burocrática. Como viemos para o país e montamos a academia de animação (AACD), com o objetivo de formar artistas qualifi cados, em quatro meses de treino o profi ssional já está apto a entrar no mercado de animação e participar de nossas produções.

O que foi feito aqui no Brasil?

Inicialmente pegamos intervalações e clean-ups para fazer. Depois, começamos a animar também os personagens. No total produzimos por volta de 15 minutos do filme, o que é uma participação de bom tamanho em um filme com esse orçamento e estrutura.

Quais softwares foram usados?
No nosso caso, o que é mais usado mesmo é o lápis e a mão (risadas). O único programa que usamos foi o Flipbook, que é uma maneira de fazer o pencil test e testar as animações fazendo as correções necessárias antes de mandar para a Dinamarca. Cada desenho é posto em baixo da câmera e fotografado e aí é possível
ajustar o timing da cena, verificar se as animações estão na velocidade correta. Na Europa eles scaneavam tudo e mandavam para a pintura (feita na China).

Televisão, Cinema | Comentario | 12.08.2007 16:13

88 88

 

As primeiras imagens oficiais do filme Beowulf

Na história, adaptada do poema épico inglês homônimo, um homem tem que lutar contra o mal que reside em seu interior, e contra Grendel, uma criatura assustadora e aparentemente invencível que vive em uma fortaleza

Em Beowulf, Angelina Jolie tenta seduzir o personagem principal, o guerreiro escandinavo Beowulf, interpretado por Ray Winstone, e emerge nua das águas de uma caverna.

De acordo com o jornal “LA Times”, na cena os lábios da atriz inclusive aparecem mais carnudos do que o usual e a estrela surge envolta em gotículas de ouro . O filme é um conto medieval adaptado de um poema anglo-saxão, onde o soldado Beowulf luta contra uma força mitológica (Grendel) interpretado por Crispin Glover.

corpo corberto por ouro

eletrodos utilizados para capitar o movimento

Cinema | Comentario | 12.08.2007 8:18

88 88

 

COCALERO

FILMES :: LONGAS ESTRANGEIROS

Duração do Filme: 94min.
País: Argentina
Ano de Produção: 2007
Categoria: Longa-Metragem Estrangeiro 35mm - Documentário
Empresa Produtora: Fall Line Films
Diretor: Alejandro Landes
Roteirista: Alejandro Landes
Produtor Executivo: Ellyn Daniels/ Julia Solomonoff
Atores: Evo Morales, Alvaro Garcia Linera, Alex Contreras, Javier Escaleras, Hugo Chavez, Diego Maradona
Atrizes: Leonilda Zurita
Atores Coadjuvantes: -
Atrizes Coadjuvantes: -
Diretor de Fotografia: Jorge Manrique Behrens
Diseñadora de Sonido: Lena Esquenazi
Música: Leo Heiblum/Jacobo Lieberman
Montagem: Kate Taverna, Lorenzo Bombicci, Jorge Manrique Behrens
Trilha Sonora: Leo Heiblum/Jacobo Lieberman
 
Sinopse: Hijo de la guerra norteamericana contra las drogas, un indio aymará llamado Evo - acompañado por una tropa de cocaleros- atraviesa los Andes y el amazonas en jeans y zapatillas, encabezando una contienda histórica para convertirse en el primer presidente indígena de Bolivia. 

Cinema | Comentario | 12.08.2007 7:48

88 88

 

selecionados para o 35º Festival de Cinema de Gramado

Com 11 filmes na mostra competitiva e 13 na mostra de curtas nacionais, o Festival de Cinema de Gramado informa a lista das obras selecionadas para sua 35ª edição, que será realizada de 12 a 18 de agosto. Com um dia a mais de evento, o festival inaugura mais duas homenagens e consolida novo formato do Júri Popular.

Pela primeira vez desde a sua criação, o troféu Eduardo Abelin do Festival de Cinema de Gramado reverencia uma instituição. A Casa de Cinema de Porto Alegre, cooperativa de cineastas gaúchos responsável pela produção de filmes como “Ilha das Flores”, “O Homem Que Copiava” e “Saneamento Básico”, recebe a homenagem na 35ª edição do evento, que será realizado de 12 a 18 de agosto. Zezé Motta é a outra laureada do festival com o tradicional troféu Oscarito.

Nesse ano, duas novas homenagens foram instituídas: o troféu Kikito de Cristal, que será recebido por Eduardo Coutinho pelo conjunto da obra, e o troféu Cidade de Gramado, a ser entregue aos melhores roteirista e filme em longa-metragem brasileiros. O produtor vencedor do prêmio de melhor filme ainda poderá indicar um roteirista que ganhará uma estadia de um mês em Gramado, para criar um novo roteiro.

O novo Júri Popular testado no ano passado, escolhido em parceria com jornais de capitais brasileiras, ganha caráter definitivo e na edição 2007 nove estados do país participarão da escolha do grupo. Ao contrário do formato antigo, em que o júri era formado pela platéia de cada filme, os jurados terão de assistir a todos os longas nacionais e estrangeiros e votar. “Com essa ação, estamos qualificando o Júri Popular”, analisa Alemir Coletto, presidente do 35º Festival de Cinema de Gramado.

Confira os indicados nas principais categorias e os filmes programados para as mostras.

Longas brasileiros
“Condor”, de Roberto Mader
“Deserto Feliz”, de Paulo Caldas
“Castelar e Nelson Dantas no País dos Generais”, de Carlos Prates
“Valsa para Bruno Stein”, de Paulo Nascimento
“Otavio e as Letras”, de Marcelo Masagão
“Olho de Boi”, de Hermano Penna

Longas estrangeiros
“O Cobrador”, de Paul Leduc
“El Baño del Papa”, de Enrique Fernández e Cesar Charlone
“Cocalero”, de Alejandro Landes

Curtas em 35 mm
“A Peste da Janice”, de Rafael Figueiredo
“Passo”, de Alê Abreu
“O.D. Overdose Digital”, de Marcos Debrito
“Sete Vidas”, Marcelo Spomberg e Zé Mucinho
“Alphaville 2007 D.C.”, de Paulinho Caruso
“Oficina Perdiz”, de Marcelo Díaz
“Saliva”, de Esmir Filho
“Perto de Qualquer Lugar”, de Mariana Bastos
“Balada do Vampiro”, de Estevan Silvera e Beto Carminatti
“O Livro de Walachai”, de Rejane Zilles
“Cine Zé Sozinho”, de Adriano Lima
“Satori Uso”, de Rodrigo Grota
“A Psicose de Valter”, de Eduardo Kishimoto

Mostra gaúcha
“Acerto de Contas”, de Luiz Rangel, Ivan Elias Oliveira e Luciana Amorin
“Peste da Janice”, de Rafael Figueiredo
“Casa Textor”, de Marcos Holsbach de Souza
“Os Vampiros Também Amam”, de Nico Fagundes e Rosalinda
“Placebo”, de Marcelo Restori
“Original - O Filme”, de Gustavo Tissot

Cinema, DVDs | Comentario | 12.08.2007 7:45

88 88

 

« Previous Entries
Next Entries »