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50 Coolest Websites How do we select our finalists? We evaluate hundreds of candidates—some suggested by readers, colleagues and friends, others discovered during countless hours of surfing. Many of this year’s choices are shining examples of Web 2.0: next-generation sites offering dynamic new ways to inform and entertain, sites with cutting-edge tools to create, consume, share or discuss all manners of media, from blog posts to video clips. Think we missed one? Send us your thoughts and we’ll post a selection of your comments online. There’s always next year.
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11.09.2007 15:42
Boa tarde, nesse site http://www.scrubtheweb.com/ vc pode cadastrar o seu site em 10 mecanismo de busca é rápido e pratico, vc só vai precisar de preencher todos os campos do formulário e depois clicar em enviar, esse é o endereço do site, eu uso ele já a algum tempo nos domínios www.busqueblog.com, www.busqueemprego.com e etc eu pude observar que depois de 2 semanas eu obtive acesso vindo desses 10 mecanismos de busca mais atenção vc precisa usar um endereço de e-mail valido pois alguns desses mecanismos de busca solicitam autenticão, se tiver alguma duvida basta postar um comentário ?

Atenção vc pode também cadastrar outros endereços de sites usando o mesmo formulário é só mudar o endereço do seu site, se vc conhece outro que é grátis indique aqui ?Obrigado
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1.09.2007 12:32
O Aniboom, site que serve de lar à criação e distribuição de clipes de animação na Internet, está lançando um canal no YouTube, com o objetivo de promover a criação do próximo grande sucesso de animação capaz de competir com “Os Simpsons” ou “South Park”.Pequena empresa iniciante criada em Israel no ano passado, a Aniboom oferece a animadores profissionais e amadores espaço para que mostrem seus vídeos e testem a popularidade deles com as audiências da Web.
A empresa também oferece ferramentas para criar animações e até o momento já organizou uma comunidade com mais de 2,5 mil animadores de mais de 70 países, que usam o site.
O próximo passo, diz Uri Shinar, fundador e presidente-executivo do grupo, será cultivar entretenimento animado capaz de ser o próximo grande sucesso, junto às audiências da Web e outras. A Aniboom selecionou 10 animadores para que cada um crie uma série curta de até oito episódios a ser distribuída online.
“Estamos descobrindo os melhores talentos na comunidade de animadores do Aniboom e oferecendo a eles uma parceria, por meio de uma série”, disse Shinar em entrevista.
“Distribuiremos as séries amplamente na Web e as que pegarem serão os sucessos do futuro”, disse. “O grande sonho seria que o próximo South Park viesse do Aniboom.”
A empresa está solicitando propostas dos animadores para desenvolver e financiar uma série em parceria.
A companhia também está negociando com operadoras de telefonia celular, redes de televisão e outros canais de distribuição para atingir a maior audiência possível.
Shinar, que antes foi presidente-executivo do grupo de mídia eletrônica israelense Keshet, considera a Internet como campo de provas para novos produtos de entretenimento que podem se firmar à frente da produção tradicional para TV.
Com o mesmo investimento necessário para produzir um piloto de TV e exibi-lo a 100 pessoas para determinar sua reação, “podemos produzir 10 séries para a Web e oferecê-las a uma audiência de teste de dois milhões de pessoas”, disse o executivo.
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29.08.2007 21:57
Pesquisadores estão mais convictos do que nunca de que os extraterrestres existem –sejam eles micróbios sobrevivendo penosamente em um planeta gelado ou seres inteligentes em um mundo aquático azulado a 5.000 anos-luz da Terra.
“Com certeza devem existir outras estrelas como o nosso Sol, e outros planetas como a Terra”, afirmou Geoff Marcy, cientista planetário da Universidade da Califórnia em Berkeley, durante uma conferência sobre ciência planetária que ocorreu na semana passada em Aspen. “A vida primitiva, pelo menos, pode ser comum no universo”.
Os caçadores de planetas se congregaram em Aspen para comemorarem a descoberta dos quase 150 planetas “extra-solares” nos últimos dez anos, e também para discutirem novas maneiras de observar o céu.
O Estado do Colorado, na região central dos EUA, se tornou um centro para a pesquisa planetária. A Universidade do Colorado, por exemplo, é uma das principais universidades do país neste campo, e a Ball Aerospace, em Boulder, fabricou a maior parte dos instrumentos usados no Telescópio Espacial Hubble. O valor das pesquisas na área mostrou ser incalculável.
Vários dos planetas descobertos são “Júpiteres quentes” –planetas grandes e gasosos tão próximos às suas estrelas que neles a vida parece ser impossível.
Mas, nos últimos meses, os astrônomos aperfeiçoaram os seus instrumentos para detectarem mundos menores. Eles têm encontrado planetas que estão suficientemente distantes de suas estrelas para possibilitar a existência de água no estado líquido –algo que se acredita ser uma condição para a existência de seres vivos.
Os cientistas dizem que dentro de poucas décadas talvez sejam capazes de detectar os sinais químicos da vida na atmosfera de um planeta semelhante à Terra.
“Escritores de ficção científica previram isso décadas atrás, e agora os cientistas percebem que provavelmente trata-se de uma realidade”, disse Bruce Jakosky, cientista planetário da Universidade de Boulder.
“Estamos percebendo que a vida na Terra não parece ser algo de especial”, afirmou. Segundo Jakosky, a vida no nosso planeta surgiu tão logo isso se tornou possível, após os meteoritos terem deixado de bombardear furiosamente o jovem planeta.
A principal mensagem obtida após uma década de descobertas de planetas é que há sistemas planetários por toda a Via-Láctea, em pelo menos 3% das estrelas. Existem cerca de 200 bilhões de estrelas na nossa galáxia.
Os cientistas jamais puderam prever as descobertas que seriam feitas nos últimos dez anos. No início de 1995, duas equipes de cientistas anunciaram que havia falhas enormes nas pesquisas planetárias. Vários pesquisadores começaram a concluir que o nosso sistema solar estava sozinho na galáxia, disse Michel Mayor, do Observatório de Genebra.
Mas, a seguir, a sua equipe chegou à conclusão de que a discreta oscilação de uma estrela semelhante ao sol seria causada por um planeta gigante girando velozmente à sua volta.
O grupo de Marcy confirmou o fato: a atração gravitacional era causada por um planeta com metade da massa de Júpiter que orbitava a sua estrela a cada quatro dias.
Desde então, as técnicas utilizadas para detectar tais oscilações foram aperfeiçoadas. Os pesquisadores têm feito experiências por meio de outras técnicas telescópicas.
Mas o próximo grande salto em detecção planetária –a descoberta de outros planetas semelhantes à Terra– provavelmente não será dado até pelo menos 2007, dizem os cientistas, quando a Nasa planeja lançar o telescópio espacial Kepler.
“Atualmente, os engenheiros da Ball Aerospace estão construindo esse instrumento”, diz Harold Reitsema, diretor de programas avançados de ciência espacial da companhia.
A Nasa e a Agência Espacial Européia também começam a planejar outras missões a serem lançadas depois do Kepler; a Missão de Interferometria Espacial, o Descobridor de Planetas Terrestres e o interferômetro espacial de infravermelho Darwin.
Não se sabe o que acontecerá a seguir, embora uma coisa seja certa: não haverá tão cedo visitas tripuladas a esses planetas, já que eles estarão provavelmente a dezenas ou milhares de anos-luz da Terra.
Marcy fez uma série de cálculos que sugerem ser possível a existência de milhares de civilizações avançadas na Via-Láctea.
“Só existe um problema: Onde estão elas? Por que não as vimos?”, questiona Marcy.
Os cientistas não encontraram inscrições na Lua, espaçonaves acidentadas em Marte, ou mensagens à deriva no espaço. Marcy sugere que talvez as civilizações simplesmente não durem tempo suficiente para que se comunicarem umas com as outras. E quem sabe a evolução darwiniana, algo que geralmente se acredita ser uma conseqüência inevitável da vida, não produza necessariamente inteligência.
“Talvez existam outras maneiras de os organismos sobreviverem e se tornarem os mais aptos”, afirma Marcy.
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26.08.2007 12:52
Você ja comeu o seu Big Mec Hoje ? Você levaria o seu filho ao McDonald’s ?
O Big Mac, o hambúrguer duplo da rede norte-americana de fast food McDonald’s, que está fazendo 40 anos, hoje é símbolo da cultura popular americana, apesar de ser também sinônimo da má alimentação.
Embora os irmãos McDonald’s tenham inaugurado a primeira lanchonete da rede nos anos 40, na Califórnia (EUA), o sanduíche duplo foi “inventado” por uma das primeiras franquias da marca em agosto de 1967.
“Há 40 anos nunca teria pensado que minha invenção faria parte da herança cultural americana”, afirmou Delligatti. Surpreso com a popularidade de sua invenção, inaugurou uma lanchonete-museu do Big Mac em North Huntingdon, perto de Pittsburgh, na Pensilvânia.
Eu ate gosto do McDonald’s , você levaria a sua sogra McDonald’s ? rizosss eu levaria a minha ainda mais agora que ela esta loira rizoss. sabe o que é bom ela não lê o meu blog rizoss
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25.08.2007 6:56
Fãs do basquete ganham cobertura on demand
do pré-olímpico pelo MediaZone.com
Parceria com a FIBA vai permitir transmissão das aguardadas eliminatórias
da Federação Internacional de Basquete para as Olimpíadas de 2008
Os brasileiros ganham mais uma oportunidade ver a seleção brasileira de basquete em busca da classificação para a Olimpíada 2008. A FIBA (Federação Internacional de Basquete) fecha parceria com a MediaZone, empresa global de transmissão de vídeos pela internet, para fornecer cobertura on demand do pré-olímpico. Os jogos, que ocorrem de 22 de agosto a 2 de setembro em Las Vegas, contarão com a participação dos dez melhores times das Américas. Todos estarão em busca da única vaga disponível do continente para Pequim. As partidas poderão ser acompanhadas no link http://www.mediazone.com/channel/basketball/jsp/index.jsp.
Essa é a décima terceira edição do evento que volta aos Estados Unidos após 15 anos. Os fãs terão a chance de assistir a ídolos como Kobe Bryant e LeBron James pela tela do computador, quando quiserem. Além da cobertura exclusiva online de 40 jogos, a MediaZone também manterá um blog com a análise das partidas feitas por especialistas. Quem quiser ver partidas de anos anteriores poderá ainda consultar o arquivo dos jogos da FIBA.
Para ter acesso ao pré-olímpico de basquete, o brasileiro com cartão de crédito internacional poderá adquirir o “All Access Pass” por US$ 19,99 (que dá direito aos 40 jogos), “Individual Game Passes” por US$ 3,99 (acesso por jogo) ou “Semis and Finals Passes” por US$ 5,99 cada (para ver as finais e semi-finais). As partidas estarão disponíveis 24h depois de realizadas.
“Nós tivemos muito sucesso como parceiros exclusivos de banda larga para a FIBA até hoje, e essa oferta dá continuidade à nossa missão conjunta de trazer o melhor do basquete internacional para fãs no mundo todo”, pontua Jan Steenkamp, porta-voz da MediaZone. “O basquete é um fenômeno global, e com a proximidade das Olimpíadas de Pequim em 2008, estamos satisfeitos em poder suprir essa demanda crescente de programação, oferecendo acesso exclusivo aos melhores jogos”.
Os países participantes do pré-olímpico das Américas são: Brasil, Uruguai, Panamá, México, Porto Rico, Canadá, EUA, Venezuela, Argentina e as Ilhas Virgens. Alguns jogadores de destaque são Kobe Bryant, LeBron James, Carlos Arroyo, Jose Juan Barea, Peter John Ramos, Daniel Santiago, Larry Ayuso, Rick Apodaca, bem como as estrelas estrangeiras da NBA, Carlos Delfino, Luis Scola, Nenê e Leandro Barbosa.
Para mais detalhes dessa parceria, acesse:
http://www.mediazone.com/channel/basketball/jsp/index.jsp.
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23.08.2007 14:21
Pesquisadores japoneses trabalham para tornar realidade uma sociedade na qual os robôs convivam com os seres humano e realizem tarefas simples no lar, como acender a luz, carregar as compras e fazer a limpeza. O grande desenvolvimento tecnológico e a descoberta de novos materiais de construção permitirão que, dentro de apenas algumas décadas, haja robôs capazes de entender, analisar e realizar tarefas rotineiras, para tornar o dia-a-dia mais fácil.
“Em 20 ou 30 anos os andróides estarão preparados para realizar tarefas úteis ao ser humano”, afirmou Shu Ishiguro, da empresa japonesa Robot Laboratory. Para tornar este futuro possível, milhares de pesquisadores japoneses trabalham com a intenção de dar vida aos romances de ficção-científica e aos personagens das histórias de mangá como Astro Boy, robô infantil com poderes especiais que foi ídolo dos meninos japoneses dos anos 60, que agora são engenheiros e cientistas.
O Japão conta com cerca de quatro mil pesquisadores no campo da robótica, que trabalham na melhora dos sistemas de produção industrial, embora cada vez haja mais dispositivos voltados para o uso da sociedade.
Em 2005, foram produzidos 108 mil robôs no Japão no valor de US$ 5,5 bilhões, embora os analistas estimem que o volume de negócio interno alcançará US$ 67,8 bilhões em 2025.
Ishiguro não hesita em afirmar que “o Japão lidera a pesquisa mundial do setor” mas afirma que, “hoje em dia, os objetivos da robótica passam pela aplicação da tecnologia às máquinas existentes, como carros ou eletrodomésticos”.
Uma das áreas da robótica mais avançadas no país é a destinada a máquinas de resgate de pessoas em situações extremas, como um grande terremoto, e existem protótipos em forma de serpente e lagarta que estariam à disposição das equipes de salvamento em apenas dois anos.

Uma das tarefas mais importantes dos cientistas japoneses no momento é aperfeiçoar o processamento de dados obtidos de sensores visuais e sonoros. Caso fosse fabricada hoje uma réplica do famoso robô do filme O Exterminador do Futuro, ela teria mais força, visão e precisão de movimentos que o ser humano, mas o cérebro de uma criança de três anos, problemas auditivos e falta de habilidade para correr ou saltar, de acordo com Ishiguro.
Um andróide semelhante se transformaria em um objeto doméstico, incapaz de compreender o que acontece a seu redor e, portanto, inútil para ajudar nas tarefas rotineiras. “Vão se passar anos até que as máquinas entendam o ser humano em uma conversa normal e reajam em conseqüência”, afirma.
No entanto, assim que este nível for alcançado, o caminho em direção a um robô de companhia ou doméstico será mais simples. O andróide poderia se transformar em um computador central do lar, conectado à internet e a dispositivos eletrônicos da casa que funcionariam em rede, e responderia às ordens do dono para colocar uma música ou carregar as compras, por exemplo.
Mas a chegada deste tipo de robô à vida do homem não estará isenta de obstáculos, que vão além das possibilidades de se criar ou não um andróide. “Segurança e privacidade se tornarão um problema, já que os robôs viverão muito próximos ao homem e acumularão muitos dados sobre os donos”, disse Ishiguro.
Além do robô doméstico, a tecnologia abriria caminhos para carros com piloto automático, capazes de transportar o passageiro ao destino desejado sem que ninguém conduza o veículo. “Tecnologicamente, isto seria possível em cinco anos, mas existem inconvenientes legais, como em caso de acidente. Quem seria o responsável? O passageiro ou o fabricante do automóvel?”, pergunta o pesquisador.
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23.08.2007 13:56